5 fatos que os CIOs devem saber sobre grupos como Anonymous e LulzSec

Dois proeminentes grupos hackers, o Anonymous e o LulzSec, iniciaram a crescente preocupação sobre a segurança de computadores ao realizarem espetaculares ataques e roubos de dados contra sites de grandes empresas e governos. Juntos, eles realizaram mais de 30 ataques nos últimos meses, derrubando várias páginas pertencentes ao senado americano e a CIA, rebaixando a gigante Sony e comprometendo cerca de 2 milhões de IDs e logins de usuários por toda a rede.

Especialistas em segurança alertam que os ataques irão continuar graças ao reaparecimento, principalmente, de usuários de computadores jovens do sexo masculino atraídos para hackear por uma causa e gabar-se de seus feitos. Até então, a maioria dos membros dos dois grupos permaneceram nas sombras. Além disso, eles não possuem liderança central e estrutura formal.

O que você precisa saber sobre eles, para evitar que sua empresa seja a próxima vítima?

1. Ninguém está no comando
“Nós somos Anonymous. Nós somos uma legião.” Este slogan enigmática é usado por um bando de hackers que se chamam Anonymous. Ativo por quase uma década, o grupo se destacou no ano passado com ataques a PayPal, Visa, HBGary e Sony. Muitas vezes chamado de coletivo hacker, o Anonymous é essencialmente um movimento. Não há nenhuma autoridade central. De tempos em tempos, os participantes se unem para lançar as chamadas “operações”, lideradas por um pequeno grupo de confiança dos associados. Os líderes das operações dão as diretrizes e convidam quem estiver interessado a participar. Operações pode acontecer online ou no mundo real.

2. Seus ataques parecem aleatórios
Aparentemente, as operações são motivadas pela defesa da liberdade digital e denúncia da hipocrisia e da corrupção. Por isso, muitas vezes as motivações para seus ataques podem parecer obscuras para líderes de TI, embora façam sentido para geeks. Os primeiros ataques públicos notórios foram contra a Igreja da Cientologia e a Recording Industry Association of America. Quando o PayPal, a MasterCard e a Visa pararam de receber doações para o WikiLeaks, no fim do ano passado, o grupo Anonymous viu isso como uma ameaça à livre troca de informações e atacou os serviço, tirando-os do ar por algumas horas.

3. Eles são capazes
Logo no início, os Anonymous agiam mais através de ataques distribuídos de negação de serviço, ocasionais. Ultimamente, têm mostrado um lado mais assustador, com grande habilidade técnica. Em fevereiro, os membros do grupo invadiram o servidores de e-mail e sites, tornando público o conteúdo de dezenas de milhares de e-mails privados de empresas que, por qualquer motivo, os desagradam. Ataques recentes ligados ao grupo, e a seu spin-off, o grupo LulzSec, demonstraram o domínio de atécnicas como SQL injection, engenharia social e o controle de botnets controle.

4. São internacionais
Apesar de o Inglês ser o idioma de escolha para a maioria das comunicações, supostos membros foram detidos na Holanda, França, Itália, Espanha, Reino Unido e nos Estados Unidos. O grupo Anonymoustem incentivado o surgimento de grupos der

ivados dele, globalmente.

5. A exposição pública os move
Muitos daqu

%d blogueiros gostam disto: